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Microfone: o som num sinal eléctrico

Categoria: TV HIFI
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Comentários: 1
Microfone: o som num sinal eléctrico

O microfone é um transdutor que converte o som num sinal eléctrico. São usados em muitas aplicações, como por exemplo telefones, gravadores, na televisão ou na rádio.

O microfone surgiu em 1876 por Emile Berliner e tem vindo a evoluir desde aí. Actualmente, o design mais comum é o de uma membrana que vibra em resposta à pressão provocada pelo som. O movimento provocado é depois transformado num sinal eléctrico.

Em 1964, os Laboratórios Bell inovaram o conceito de microfone, pois registaram uma patente de um microfone mais fiável, de maior precisão e de custo e tamanho reduzidos, muito parecido com os microfones dos dias de hoje.

Actualmente, existe uma grande variedade de microfones, adequados ao tipo de uso. Existem os clássicos microfones de palco, com ou sem fios, microfones de lapela, de computador,...

Se quanto ao aspecto técnico, a evolução tem um ritmo normal e linear, no que diz respeito ao design destes instrumentos, a imaginação não tem limites.

Quando se pretende escolher um microfone, os factores mais importantes a ter em conta são a impedância, a sensibilidade, o nível de supressão de ruído de fundo ou ainda o nível máximo de pressão sonora.

É através destas características que se evita a distorção harmónica e que se regula a sensibilidade do microfone, garantindo assim uma melhor qualidade de som.


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Título: Microfone: o som num sinal eléctrico

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    04-06-2014 às 07:01:32

    Tem gente que tem pavor de microfone..heheh
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Microfone: o som num sinal eléctrico

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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