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O tabaco e a adolescência

Categoria: Saúde
Comentários: 4
O tabaco e a adolescência

Em cada dez adulto que são fumante, você pergunta quando iniciou este vicio? Eles dizem que deu inicio antes dos dezoito anos. O que você pode ajudar para que seu filho não caia nessa. Pois os dados do ministério da saúde são de deixar os pais de cabelos em pé. Segundo o ministério da saúde em cada dez crianças, seis já deram suas tragadas, tudo na faixa etária entre 10 e 14 anos. E o que devemos fazer com nossos filhos, para que não caia nessa? Saiba que tanto os pais quanto os educadores enfrentam este dilema.

Na adolescência sabemos que é um período da vida que o indivíduo inicia um processo de busca da sua identidade, e que alguns hábitos da vida deles são formados, os quais podem persistir na vida adulta, dentre elas os hábitos relacionados ao uso de álcool e o tabaco e outras drogas. Durante este período ocorrem modificações somáticas, psicológicas e sociais importantes no indivíduo. Segundo a organização mundial de saúde os limites cronológicos de adolescentes entre 10 e 20 anos de idade.

Todo o processo de transformação física do adolescente é normalmente acompanhado de um processo de evolução psicológica e de um acompanhamento típico desta fase de desenvolvimento denominada de síndrome da adolescência normal. Também faz parte desta síndrome à busca de si mesmo e da identidade adulta. Isso é quando o adolescente procura o conhecimento de sua individualidade biológica e social no mundo que nos rodeia, tentando acompanhar e entender as transformações rápidas que ocorrem em seu corpo, e ao mesmo tempo em que procura evoluir, da identidade dependente de infantil para a independência adulta. E é nessa busca de identidade que o adolescente se une aos seus iguais, na mesma situação que ele e, é assim que são formados os grupos, onde todos se identificam com cada um e cada um com todos, sempre adotando hábito e regras do grupo e não mais da família.

Como demonstra em alguns estudos, ter amigo que fuma é um fator importante para que o adolescente experimente ou inicie o hábito de fumar, isso só reforça a importância das relações de a proximidade em relação ao álcool, estudos revelam o primeiro lugar do consumo, dentre outras substâncias psicoativas, são entre adolescentes nas ultimas décadas. Pois para os jovens eles são motivados pelo imediatismo, ou seja, o que conta é o agora, e o amanhã é uma data muito distante para ser pensada. E assim é o prejuízo produzido pelas drogas no longo prazo, e é difícil de ser entendido. Mais é possível ser desviado destas amizades que não somam e sim divide como divide dentro de casa, e divide os sonhos. Saiba conversar e alertar seu filho procure as amizades dele, e sempre esteja por perto, saiba que o mundo já não é mais o mesmo.

Waldiney Melo

Título: O tabaco e a adolescência

Autor: Waldiney (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    22-07-2014 às 19:53:37

    A adolescência é uma fase muito conturbada. É nessa fase que somos mais influenciados pelas amizades, com aquela sensação de ser aceito pelo grupo e daí acabam aceitando o cigarro. O pior é que se torna um vício. O tabaco é uma das doenças que mais tem matado as pessoas.

    ¬ Responder
  • Alvaro Oliveiraadriana

    23-04-2011 às 18:09:01

    ola pessoal fumantes. vou dar um conselho de uma vellha apaixonada pare de fumaren pq isso nao tem graça se quizer sequir jesus vai ter que morre!!!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãoanónimo

    18-02-2010 às 16:31:45

    ajudoume imenso o vosso texto

    ¬ Responder
  • lara silvalara silva

    27-01-2010 às 12:22:17

    acho que os adolescentes e os adultos deviam pensar mais na sua saude porque ao fumarem podem morrer. por isso deixem de fumar! se quiserem ser felizes sem problemas de saude nao fumem!

    ¬ Responder

Comentários - O tabaco e a adolescência

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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