A Importância Dos Mosquitos Na Nossa Vida
Categoria: Saúde
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Os mosquitos apareceram no nosso planeta há mais de cem milhões de anos e estão inventariadas cerca de 3500 espécies. Mas, só 200 espécies picam os humanos.
Os mosquitos estão presentes em todos os continentes, com exceção da Antártica, e têm um papel importante em muitos ecossistemas.
Milhões de pessoas em todo o mundo morrem todos os anos com o paludismo, a febre amarela, a dengue, a encefalite japonesa entre outras doenças. Para além disto, estes problemas de saúde geram encargos médicos e financeiros colossais.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, se países como a África Subsariana não tivessem despesas com a ocorrência do paludismo, poderiam ter um crescimento económico anual superior. Isto porque haveria uma menor sobrecarga do sistema de saúde e dos hospitais com o paludismo, e uma reafetação das despesas por outros problemas de saúde prioritários.
Por isto, muitas pessoas partilham do sentimento que preferiam ver os mosquitos desaparecerem da superfície do globo.
Mas, o que sucederia se estes insetos desaparecerem?
O maior impacto ecológico provocado pela eliminação dos mosquitos seria na Tundra Ártica. Esta região alberga numerosas espécies, entre as quais o Aedes Impiger. Os ovos desta espécie eclodem depois do degelo, no ano seguinte a terem sido postos, e chegam ao estado adulto após três semanas. Todo o setor que se estende do norte do Canadá até à Rússia passa por um curto período em que os mosquitos formam nuvens extremamentes densas, devido a serem tão numerosos. Nesta altura, os mosquitos consomem até 300 mililitros de sangue por dia de cada Caribu de cada manada, e por isto, pensa-se que os Caribus procurem caminhos ventosos para lhes escaparem. Qualquer mudança do trajeto dos Caribus poderia ter enormes consequências para os vales árticos que são percorridos por milhares de Caribus. Estes pisam o solo, pastam os líquenes, deixam nutrientes, servem de alimento aos lobos e alteram a ecologia. Então, os mosquitos fariam falta no Ártico.
Muitas espécies de lagartos, aranhas, salamandras, insetos e rãs perderiam uma fonte alimentar essencial, caso os mosquitos desaparecessem. Também, centenas de peixes teriam de modificar a sua alimentação, se as larvas dos mosquitos faltassem. As larvas de mosquitos representam uma parte importante da biomassa dos ecossistemas aquáticos.
Perante tudo o que foi anteriormente dito, são fortes os argumentos em defesa da conservação dos mosquitos, devido ao serviço que prestam aos ecossistemas, e aos benefícios que os humanos tiram da natureza. Bem como, muitas estécies vegetais perderiam um grupo de polinizadores.
Os mosquitos estão presentes em todos os continentes, com exceção da Antártica, e têm um papel importante em muitos ecossistemas.
Milhões de pessoas em todo o mundo morrem todos os anos com o paludismo, a febre amarela, a dengue, a encefalite japonesa entre outras doenças. Para além disto, estes problemas de saúde geram encargos médicos e financeiros colossais.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, se países como a África Subsariana não tivessem despesas com a ocorrência do paludismo, poderiam ter um crescimento económico anual superior. Isto porque haveria uma menor sobrecarga do sistema de saúde e dos hospitais com o paludismo, e uma reafetação das despesas por outros problemas de saúde prioritários.
Por isto, muitas pessoas partilham do sentimento que preferiam ver os mosquitos desaparecerem da superfície do globo.
Mas, o que sucederia se estes insetos desaparecerem?
O maior impacto ecológico provocado pela eliminação dos mosquitos seria na Tundra Ártica. Esta região alberga numerosas espécies, entre as quais o Aedes Impiger. Os ovos desta espécie eclodem depois do degelo, no ano seguinte a terem sido postos, e chegam ao estado adulto após três semanas. Todo o setor que se estende do norte do Canadá até à Rússia passa por um curto período em que os mosquitos formam nuvens extremamentes densas, devido a serem tão numerosos. Nesta altura, os mosquitos consomem até 300 mililitros de sangue por dia de cada Caribu de cada manada, e por isto, pensa-se que os Caribus procurem caminhos ventosos para lhes escaparem. Qualquer mudança do trajeto dos Caribus poderia ter enormes consequências para os vales árticos que são percorridos por milhares de Caribus. Estes pisam o solo, pastam os líquenes, deixam nutrientes, servem de alimento aos lobos e alteram a ecologia. Então, os mosquitos fariam falta no Ártico.
Perante tudo o que foi anteriormente dito, são fortes os argumentos em defesa da conservação dos mosquitos, devido ao serviço que prestam aos ecossistemas, e aos benefícios que os humanos tiram da natureza. Bem como, muitas estécies vegetais perderiam um grupo de polinizadores.
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