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Início > Textos > Categoria > Relacionamentos > Mentira no relacionamento: Amor ou ilusão?

Mentira no relacionamento: Amor ou ilusão?

Categoria: Relacionamentos
Visitas: 12
Comentários: 4
Mentira no relacionamento: Amor ou ilusão?

Quem vive na mentira nunca valoriza o verdadeiro sentido das coisas e prefere viver de aparência por trás de uma máscara. Quem mente não serve para entrar num relacionamento, pois esta atitude mostra despreparo emocional e gera o terrível inimigo do amor chamado infidelidade.

Se a pessoa que diz que te ama está mentindo fica claro que o que sente é tudo, menos amor. Quem ama vive na Verdade que leva o relacionamento para o caminho da Fidelidade. Se a pessoa não está disposta a praticar a verdade dentro da relação prova que não está preparada para amar. A mentira na relação prova a falta de ligação do casal e para o amor isso é insustentável e insuportável. O amor em si é verdadeiro e fiel.

O verdadeiro amor vive em sintonia dentro das pessoas relacionadas e isso só é possível por meio da fidelidade. O fato é que a mentira é algo ruim que ninguém merece receber. O amor inteligente tende a viver a verdade e nunca aceitar a falsidade.

A verdade abençoa o amor e a mentira amaldiçoa qualquer relacionamento. Quem realmente ama blinda o seu amor combatendo a falsa aparência. Você pode estar num relacionamento há meses ou até anos, namorando ou em um noivado, se existe a mentira na união é certo a desilusão sentimental. A mentira prova que a pessoa não é capaz de viver a vida amorosa, pois está mal por dentro. A verdade faz o amor crescer e a mentira intoxica qualquer relação.

Mentir é um ato de falta de caráter porque mais cedo ou mais tarde a mentira é descoberta. Quem vive na mentira erra, mas não reconhece seus erros. Faz as coisas achando que está se dando bem quando na verdade está fazendo mal a si mesmo.

E o casal que vive nesta desconfiança toda vive perdido sem saber o que fazer e nisso o tempo vai passando e o relacionamento só se acabando aos poucos. Errar é humano, mas permanecer no erro é tolice. A pessoa pode até errar mentindo, mas se tem caráter reconhece que errou correndo atrás e se dedica para reconstruir a confiança. Amar não é suficiente, pois o sentimento acaba. O amor tem que ser fiel longe das mentiras que minam a aliança.

E com tantas mentiras no relacionamento o medo toma conta de ambos. Relacionamento amoroso com mentira nunca deu e nunca dará certo. E este medo gera diversos problemas, pois a mentira é uma maldição e o ato de mentir faz o mentiroso falar e cometer besteiras.

O amor verdadeiro nunca se abala porque a verdade é como uma rocha. Onde há mentira, não pode existir amor e somente os fracos não enxergam isso. A base do relacionamento amoroso é a confiança, isto é, a verdade operada no coração daqueles que se amam. E assim é provado o que é o amor. Este sentimento exige a sinceridade, fidelidade e verdade em todas as situações. Aprenda a amar da maneira correta e assim será feliz para sempre.

Portanto, quem vive na mentira está emocionalmente muito mal em seu íntimo e precisa buscar ajuda o mais rápido possível porque se deixar pode virar uma doença patológica. E para mudar este caráter é necessário a pessoa ser humilde e cair na real. Relacionamento amoroso não é brinquedo, é algo valioso e sério.

Mesmo sendo sentimento o assunto em foco devemos usar a nossa cabeça para modificar essa situação porquanto o nosso coração é desesperadamente corrupto. Lembre-se: O verdadeiro amor traz confiança que gera a bênção no relacionamento. A mentira traz consequências terríveis e a pessoa vítima dessa maldição é a que mais sofre ao colher tantas destruições.


Natanael Genoel

Título: Mentira no relacionamento: Amor ou ilusão?

Autor: Natanael Genoel (todos os textos)

Visitas: 12

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • Adriana SantosAdriana dos Santos da Silva

    29-06-2014 às 17:28:15

    Uma solução para isso é a pessoa reconhecer diante de Deus, pedir perdão e se esforçar para não continuar no mesmo erro: mentira. Creio que a pessoa ficando um tempo só para corrigir isso na sua vida é de grande valia. Agora, a pessoa só muda se quiser! É preciso querer...

    ¬ Responder
  • Natanael

    29-08-2014 às 19:22:52

    Isso mesmo! O cônjuge precisa ser humilde em todos os momentos da vida ;)

    ¬ Responder
  • natalia

    27-06-2014 às 15:05:44

    FORTE ARREBENTOU QUE DEUS CONTINUE A LHE USAR

    ¬ Responder
  • Natanael

    27-06-2014 às 19:06:11

    Amém assim seja! ^^

    ¬ Responder

Comentários - Mentira no relacionamento: Amor ou ilusão?

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Ler próximo texto...

Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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