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Amorosidade Na Mulher

Categoria: Relacionamentos
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Amorosidade Na Mulher

Uma das maiores (se não a única) virtude na vida de uma mulher, sem dúvida, é seu ato, o agir amoroso para com alguém. Na verdade, este deve ser o alvo de cada uma de nós: sermos muito mais amorosas!

É divina, imaculada e faz bem a todas as pessoas envolvidas. Um ato que eleva a mais sublime característica do criador do universo: o Deus dos céus.

A amorosidade, segundo o dicionário Michaelis, é a qualidade do que é amoroso. Pode-se definir, então, como a pessoa que expressa ou sente amor. Que seus atos são tão visíveis, tão expressivos que é possível identificar essa qualidade numa pessoa já de imediato. É como se fosse a sua marca, a sua identidade e definição.

Praticar a amorosidade não é fácil. Existem muitas barreiras no meio deste caminho. Ainda mais, quando nos vemos entre pessoas que são egoístas e não sabem reconhecer e valorizar o amor que lhe atribuímos.

Volta e meia nos desapontamos por demonstrar amorosidade para com alguém que nem sequer retribui ou agradece. Mas, se formos querer sempre “a troca”, não estamos praticando verdadeiramente o ato amoroso. É preciso apenas “amar”. E com essa atitude, muitas recompensas virão.

Mesmo não sendo fácil, ser uma mulher amorosa é apenas uma questão de hábito, costume e que vai tornando-se natural, parte de si, sem ao menos se sentir forçada. O amor chega a um extremo da mulher satisfazer-se apenas com o ato de amar. Sem a espera de retorno, retribuição e recompensa por isso.

Se ela não recebe da pessoa que está amando, certamente, está recebendo de alguém ao seu redor. A questão é que quando praticamos a amorosidade, esperamos que essa mesma pessoa nos ame de volta. E não é assim que normalmente funciona!

Pratique amorosidade ao seu redor. Você sempre colherá os melhores frutos desse ato, comportamento. Pratique sem esperar que a ame de volta. Se amar, tudo bem, você está no lucro. Mas, não ame inteiramente apenas um ser humano. Ame quem puder amar. Pratique-a com todas as pessoas que puder e não se concentre apenas em um. Como por exemplo, no homem.

Ame sua amiga, seu cachorro, seu vizinho, suas colegas de trabalho, enfim, distribua esse amor com todos. Assim, de alguma forma, você vai receber de alguém, pode até ser que seja de um estranho.

Pratique a amorosidade!


Adriana Santos

Título: Amorosidade Na Mulher

Autor: Adriana Santos (todos os textos)

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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