Dormi com o patrão, e agora ?
Categoria: Outros
Visitas: 4


Esta aí uma conversa que gera polêmica, tem empresa que adota como critério a política interna de não permitir relacionamentos entre os funcionários, essa regra é exensiva também aos donos, nem contratar pessoas ligadas por grau de parentesco acreditando que um relacionamento amoroso iria desarmonizar a relação profissional para um ou para o outro. É sabido que nem sempre, adotar essa regra dá certo. Quando duas pessoas despertam interesse entre si e quando esse interesse torna-se irresistível, sempre dão um jeito de tentar o proibido encontrando-se em lugares afastados do trabalho. Quer seja por coicidência ou não, o proibido as vezes atrai tanto que correr o risco de perder o emprego é menor do que ficar sem a pessoa que interessa.
Quando uma funcionária faz a seguinte pergunta: Dormi com o patrão, e agora ?
Bem, diria o seguinte: Você não dormiu sozinha, ele também estava lá. Avalie se foi apenas um sexo casual, se está arrependida, se queria fazer sexo com ele por acha-lo atraente, se está apaixonada e se é correspondida, se foi apenas para satisfazer uma fantasia de tê-lo por uma noite, se ele é casado e tudo não passou de um impulso depois de uns drinks.
Respondida essas indagações de maneira leal para si mesma, a quetão agora é o tratar do comportamento e encarar a situação de frente.
Chegue na hora prevista no trabalho, cumpra com suas atribuições e não comente com os colegas, nem com os mais próximos. Espere ele chegar e o trate como antes, observe e aguarde para saber qual será a atitude dele, mantenha a calma, o que tinha de acontecer já aconteceu. Não gere excesso de expectativas fantasiosas esperando que o patrão chegue com um bouquê de flôres ou pule em seu pescoço dando um beijo apaixonado em público. Mesmo que a empresa não tenha nenhuma política de proibição de namoro, ele é seu patrão, portanto, fora pequenas excessões, isso não vai acontecer.
Se no fim do expediente, ele não tocar no assunto, se encha de coragem e vá até ele com discrição, porque tudo que certamente ele não quer é um escândalo. Fale sobre a noite anterior evitando tom de cobrança, deixando claro que dormiu com o homem que por acaso é seu patrão e não o contrário. Quem sabe, ele também quer ter um relacionamento amoroso e está gostando de você mas se apenas foi casual, não se condene e volte a sua vida somando essa experiência.
Quando uma funcionária faz a seguinte pergunta: Dormi com o patrão, e agora ?
Bem, diria o seguinte: Você não dormiu sozinha, ele também estava lá. Avalie se foi apenas um sexo casual, se está arrependida, se queria fazer sexo com ele por acha-lo atraente, se está apaixonada e se é correspondida, se foi apenas para satisfazer uma fantasia de tê-lo por uma noite, se ele é casado e tudo não passou de um impulso depois de uns drinks.
Respondida essas indagações de maneira leal para si mesma, a quetão agora é o tratar do comportamento e encarar a situação de frente.
Se no fim do expediente, ele não tocar no assunto, se encha de coragem e vá até ele com discrição, porque tudo que certamente ele não quer é um escândalo. Fale sobre a noite anterior evitando tom de cobrança, deixando claro que dormiu com o homem que por acaso é seu patrão e não o contrário. Quem sabe, ele também quer ter um relacionamento amoroso e está gostando de você mas se apenas foi casual, não se condene e volte a sua vida somando essa experiência.
Também vai gostar:
Veja na Rua Direita


