Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Outros > As crenças religiosas dos romanos

As crenças religiosas dos romanos

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Visitas: 92
As crenças religiosas dos romanos

A religião romana, como era monoteísta, incluía dezenas de divindades. Os principais deuses romanos correspondiam prátcamente aos dos gregos, embora os nomes fossem diferentes.
Tal como entre os gregos, os deuses eram vistos á semelhança dos humanos com as suas preferências, ódios e paixões.

Os romanos tinham uma visão utilitarista da religião. Isto porque os deuses eram respeitados e invocados de modo a ajudarem os homens, ou, a não os prejudicarem.

Desse modo, estavam dispostos a aceitar e invocar muitos deuses de outros povos.

Por exemplo, o deus Endovélico estava relacionado com a cura das doenças.

Contudo, os cultos orientais eram os mais atrativos pela espiritualidade e promessas de vida eterna, como acontecia com a deusa Ísis, ligada à crença da imortalidade e ressureição.

Por outro lado, o deus persa Mitra, associado ao sol, era o símbolo da verdade, justiça, lealdade e segurança após a morte.A religião fazia parte da vida diária dos romanos e estava intimamente relacionada com a vida social e política.

Na cerdade, os deuses eram invocados para quase tudo, a saber, para dar riqueza, fertilidade, propiciar a paz, proteger as fronteiras ou ajudar na guerra.
A proteção divina era necessária a todos, incluindo o Estado, que dispunha de um grande número de sacerdotes, com funções próprias.

Faziam a adoração pública do imperador, para o qual existiam templos.
O culto cívico e o culto imperial eram nada mais nada menos do que um símbolo de unidade entre os seus habitantes.

Estes também garantiam a obediência ao império e um símbolo de unidade entre os seus habitantes.

Todas as famílias tinham um altar doméstico, chamado lararium,que tinha a finalidade de venerar os deuses com oferendas e orações, em especial a Vesta, a Penates, que velavam pelos alimentos e mantimentos e a Manes, espíritos dos seus antepassados.

O mais original , dos romanos, é qiue o chefe de família era protegido especialmente por um espírito próprio, o génio, que dirigia este culto do lar.

Os romanos eram extremamente supersticiosos e preocupavam-se muito em conhecer a vontade dos deuses.Para isso eles recorriam aos sacerdotes adivinhos, normalmente de origem etrusca, os àugures e aruspíces.

Através da observação dos pássaros, eram influenciados nas suas decisões, quer fosse nos negócios ou na construção de edifícios.
Para preservar os seus deuses representavam-nos em placas ou em pinturas lindíssimas e muito reais.

Os relevos representavam também os deuses, animais que sacrificavam, touro e carneiro, e ainda as aves.Estas sempre foram vistas como auspiciosas e ao retratá-las preservavam a vontade dos deuses.

AAs suas lendas, histórias e cultos, ainda hoje continuam vivos na memória de pessoas de todo o mundo.


Teresa Maria Batista Gil

Título: As crenças religiosas dos romanos

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

Visitas: 92

791 

Comentários - As crenças religiosas dos romanos

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios