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Tornados

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Literatura
Tornados

Tinha começado por um simples remoinho, esse pequeno remoinho de vento em 5 minutos transformou-se dum tornado, que quase engoliu a cidade inteira. A destruição que propagava era forte demais. Engolia casas, arvores, pessoas e tudo que caminhava do chão. E nem os rios escapavam. O tornado recebeu o nome de Jeremias, chamado depois de um profeta que testemunhou a destruição de Babilónia.

Ora o Tornado Jeremias dava noticias todos dias, de facto assim o fez por cinco anos, o Tornado foi visto como uma lenda, um enigma ao mesmo tempo santo graal do mundo da ciência meteorológica mas um certo dia este parou, a sua atividade cessou duma região inabitada de nome Suha. Não se sabe o porquê da paragem, por isso uma equipa de cientistas partiu para uma expedição dessa zona.

Suha, era basicamente um deserto feito de barro, não havia qualquer existência de vida, tinham mantimentos para cinco dias. Houve pouco que pudesse ajudar a procurar o fim do tornado deste local exato tanto como o porque do fim da sua existência. Mas houve algo que acharam deveras interessante, o que aparentava ser uma espécie de estrutura. Calculavam que aquilo que estavam a ver era o topo e o resto estaria subterrada.

Foram chamadas outras varias comunidades cientificas, uma boa quantidade pessoas assim vieram e com elas vieram outras multidões que assistiam os cientistas desde a cozinheiros a pessoal militar. Várias equipas de escavação reuniram-se ali para destapar aquele misterioso edifício. O gigantesco edifício revelou-se, era de facto uma construção monumental tinha mais de 900 metros, demoraram pelo menos 10 meses.

Não parecia haver portas nenhumas, a estrutura era duma combinação de vários tons brancos, o seu topo era um bico que parecia-se com uma chaminé, parecia conter vários turbos que se estendiam ao longo do edifício. Saindo e entrando, não tendo uma coordenação correta, parecia conter milhares de janelas, de material apesar de transparente azul, acredita-se não ser de vidro, oficialmente confirmando que da verdade não era deste mundo.

A parte baixa ainda não foi suficientemente explorada. Ao tentar descobrir a zona de baixo, houve uma estranha reação. Da sua parte debaixo começou a sair um fogo verde, fazendo alevantar o estranho monumento. O monumento levantou-se e ficou por uns metros aonde estava.

-Saudações povo da terra. Disse o estranho monumento soltando uma voz profundamente assustadora.

-Vós descobriram a existência desta sonda, o nosso objetivo é testar a capacidade de resistência a ataques naturais de levada extremidade. Como pode ser visto vocês foram incapazes de sustentar o tornado que durou cinco anos, ate o mecanismo deste monumento o sugou-o, o Tornado encontra-se aqui dentro, de facto prevê-se futuros ataques como deste género, sugerimos que um êxodo em massa do planeta esteja em ordem.

Começaram a ser avistadas milhares de naves, todas elas de estranhas formas e cores. Não tinham pilotos, pareciam ser todas conduzidas automaticamente. As naves ao deslocarem-se as pessoas podiam testemunhar a destruição do planeta, vários outros tornados começaram a surgir, várias erupções apareceram em demasia, pouco e pouco o planeta incendiava-se, consumido pelas chamas o planeta terra morreu.

Pondo dum outro planeta a humanidade foi cumprimentada pelos seu salvadores terrestres criaturas pequenas com crânios enormes, de sorrisos bondosos.

-Saudações terrestres, nós somos os…

De repente os humanos começaram a morrer quase um a um, em menos de cinco minutos, tudo tinha acabado, os extraterrestres ficam surpreendidos e em estado de pânico, por acidente desaqueceram-se de verificar se atmosfera do planeta deles eram apropriada para eles.

FIM.


Manuel Velez

Título: Tornados

Autor: Manuel Velez (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

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