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Baixo: tons mais fortes

Comentários: 10
Baixo: tons mais fortes

O baixo é um instrumento de cordas acústico ou eléctrico em muito semelhante à guitarra e específico para executar os tons graves das músicas.

Por norma, tem quatro cordas e uma afinação uma oitava abaixo das cordas mais graves da guitarra clássica.

A guitarra baixo é descendente do contrabaixo, um instrumento de grande porte do qual existem relatos da sua existência desde o século XI.

Até ao final do século, depois de uma grande evolução deste instrumento, ele deixou de ser tocado com arco e passaram-se a usar os dedos, de modo a conseguir-se uma acentuação mais acentuada.

Este é um dos poucos casos de instrumentos musicais eléctricos que apareceram antes da sua versão acústica.

Uma das justificações existentes é a de que a caixa de ressonância do baixo acústico é demasiado pequena para produzir uma amplitude de som suficientemente audível em relação à caixa da guitarra clássica.

Nos anos 1960, bandas como os Beatles ou os Rolling Stones popularizaram este instrumento.

O primeiro baixo eléctrico foi produzido por Leo Fender no ano de 1951. Este instrumento permitiu aos músicos variarem os tons das suas músicas.

Como é possível constatar, este instrumento é hoje utilizado nos mais variados géneros musicais, devido à dinâmica e flexibilidade que produz em conjunto com outros instrumentos, em qualquer ritmo, seja clássico, jazz, blues, pop/rock, ou outro. 


Rua Direita

Título: Baixo: tons mais fortes

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Imagem por: Enric Martinez

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Comentários     ( 10 )    recentes

  • vitória

    04-03-2015 às 18:37:28

    adoro tocar esse instrumento, mesmo na maioria das vezes não dando para notalo em uma musica, sem ele a musica não tem ritmo.

    ¬ Responder
  • Wallace RandalWallace Randal

    06-10-2012 às 17:39:33

    Olá Rua Direita, tudo bem? Muito informativo e bem escrito seu texto! Eu não conheço absolutamente nada de baixo ou instrumentos de uma forma geral, então não tenho como opinar de forma significativa. Mas acredito que o baixo é essencial principalmente em bandas de rock, por que ele tem um som grave que contrasta e equilibra com a guitarra e outros instrumentos mais agudos. Textos assim acrescentam ainda mais o conhecimento adquirido, obrigado!

    ¬ Responder
  • Wallace RandalWallace Randal

    06-10-2012 às 17:39:22

    Olá Rua Direita, tudo bem? Muito informativo e bem escrito seu texto! Eu não conheço absolutamente nada de baixo ou instrumentos de uma forma geral, então não tenho como opinar de forma significativa. Mas acredito que o baixo é essencial principalmente em bandas de rock, por que ele tem um som grave que contrasta e equilibra com a guitarra e outros instrumentos mais agudos. Textos assim acrescentam ainda mais o conhecimento adquirido, obrigado!

    ¬ Responder
  • Wallace RandalWallace Randal

    06-10-2012 às 17:39:12

    Olá Rua Direita, tudo bem? Muito informativo e bem escrito seu texto! Eu não conheço absolutamente nada de baixo ou instrumentos de uma forma geral, então não tenho como opinar de forma significativa. Mas acredito que o baixo é essencial principalmente em bandas de rock, por que ele tem um som grave que contrasta e equilibra com a guitarra e outros instrumentos mais agudos. Textos assim acrescentam ainda mais o conhecimento adquirido, obrigado!

    ¬ Responder
  • Anne TeixeiraAnne Teixeira

    05-10-2012 às 16:39:35

    Pessoas que tocam baixo são calmas. Isso é um padrão???? Tenho vários amigos que tocam baixo e todos tendem a ser pessoas tranquilas.O tom tirado no baixo ajuda a preencher a melodia da música, evitando aqueles vazios estranhos, como se a música fosse tocada em ambientes completamente abertos. O mesmo acontece com a segunda voz e com o percussão. No fim das contas eu amo todos os instrumentos por ser apaixonada por música... música boa!

    ¬ Responder
  • Ruben GonçalvesRuben Gonçalves

    02-10-2012 às 18:11:40

    O baixo é um dos meus instrumentos preferidos, talvez devido ao meu gosto musical por bandas rock, onde o baixo tem sempre uma presença muito acentuada.Em muitos casos é o baixo que nos permite relacionar toda a música e obter um som homogéneo. Para quem gosta de tocar é sem dúvida um instrumento interessante para aprender.

    ¬ Responder
  • Nilson EmpreendedorNilson Uemoto

    01-10-2012 às 01:39:10

    Tons mais fortes do baixo acrescentam um tempero especial a qualquer música.Por produzir um tom grave,deixa o som de qualquer canção bem mais encorpado.Muita gente confunde o som da guitarra com som do baixo, mas apesar de parecidos tem diferenças perceptíveis.A guitarra tem 6 afinadores no braço da guitarra e o baixo apenas 4 o que explica o som mais grave produzido pelo baixo

    ¬ Responder
  • Gabriela TorresGabriela Torres

    26-09-2012 às 03:19:05

    Adoro batons de tons mais fortes.Acho que deixam qualquer mulher mais sensual e mais auto confiante.Já batons claros passam uma cera imagem de delicadeza e feminilidade.Porém,os tons fortes combinam mais com o inverno e o outono.

    ¬ Responder
  • Adriana SantosAdriana dos Santos da Silva

    25-09-2012 às 17:28:23

    Quando se fala em música sinto vontade de aprender a tocar violão. Claro que já tentei diversas vezes, mas nunca consegui de fato. E para tocar baixo, precisamos ter uma noção pelo menos de violão. O que aprendi do baixo é que eles transmitem um som mais fechado. Para que fique um som mais fortes você tem que aplicar os tons como colega colocou. Mas de qualquer forma o baixo é sensacional sempre, sempre.

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    23-09-2012 às 18:58:00

    Interessou-me o presente artigo porque sempre gostei do som do baixo- ainda que não tenha talento musical adoro música e procuro conhecer os instrumentos. Gostei de conhecer, através do texto, um pouco da história deste instrumento musical tão comum mas essencial em qualquer banda que se preze, especialmente se a banda for mais inclinada para o género do rock. Achei sobretudo interessante o facto da versão eléctrica do baixo ter surgido antes da versão acústica.

    ¬ Responder

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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