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Descontentamento Do Ser

Categoria: Evangélicas
Descontentamento Do Ser

Do nascimento até a morte, o espírito está sempre desejando o que não possui. A criança, sentada no chão com os seus brinquedos, se vê outra criança com um brinquedo novo, procura imediatamente tomá-lo.

As meninas acreditam que os trajes de senhoras lhes ficam muito bem, e procuram imitá-las. Os meninos já crescidos quando veem um homem que é proprietário de ferrovias, bancos ou casas de negócios, dizem consigo mesmos: “Que felizardo! Como poderei tomar-lhe tudo isso?”

F. W, Woolworth, o proprietário das Lojas Américanas, uma vez, do alto do Edifício Metropolitano, em Nova lorque, exclamou: “Que maravilha! Construirei um mais alto.” A grande realização da sua vida foi o Woolworth Building. Esse edifício permanece como um símbolo atual da tendência do homem para suplantar o trabalho dc outro homem.

O pequeno jornaleiro, de boca aberta, contempla e inveja o comerciante quando salta do automóvel na esquina, e entra no escritório, “Como eu seria feliz, diz o menino, se tivesse um automóvel” E o comerciante, sentado diante da sua secretária, no escritório, pensa na felicidade que teria se pudesse acrescentar mais um milhão de dólares à sua conta-corrente no banco já tão grande.

A grama é sempre mais gostosa do outro lado da cerca, diz o burrico, enquanto espicha o pescoço para ver se consegue alcançá-la. Ponha-se em um grupo de meninos num pomar de macieiras, e todos eles abandonarão as deliciosas maçãs caídas no chão, procurando de preferência o fruto que se encontra no galho mais alto da árvore. Sobem na macieira, enfrentando todo o perigo, quando poderiam comer maçãs melhores, sem tanto trabalho.

O homem casado admira mulheres bonitas e bem vestidas que passa nas ruas, e deseja que sua esposa fosse tão bela. Talvez ela seja muito mais bonita, mas ele não lhe reconhece a beleza, porque o homem tem sempre tendência para penetrar na seara alheia.

A felicidade está sempre nos rondando; está sempre à vista, mas fora do alcance, a vida parece nunca ser completa, seja o que for que se possua ou possa possuir. Uma necessidade sempre traz outra.

O descontentamento do ser assola nossas vidas. Ele nunca vai acabar e o que nos resta é saber lidar com ele. Devemos nos contentar com o que possuímos mais que tudo. Deus já nos ensina isso, pois a alma nunca se farta e os olhos nunca se cansam.

Que aprendamos a viver contentes sobre quaisquer circunstâncias. Que Jesus seja nosso maior contentamento, independente do que temos ou não.


Adriana Santos

Título: Descontentamento Do Ser

Autor: Adriana Santos (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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