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A água e a terra

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A água e a terra

A água é o recuso mais precioso da terra. Ela serve para beber, tomar banho, cozinhar, lavar objetos e etc. Na maioria do tempo ela é completamente benigna. Pode ser usada tanto na escovação dos dentes, como tomar banho e tombar os carros, derrubar a casa e até mesmo matar. Veremos porque a água também destrói. As enchentes já tiraram milhões de vidas nos últimos 100 anos. A água mata mais do que qualquer outro fenómeno climático. Para entender como funciona nas enchentes é preciso saber como a água se comporta em nosso planeta.

Sabemos que o volume total de água no planeta terra permaneceu razoavelmente constante por milhões de anos. Entretanto sua distribuição pode variar de modo considerável. Todos os dias, um pequeno volume de água é evaporado na terra onde raios ultravioletas intensos podem dividir as moléculas. Mas, no entanto nova água é emitida por parte interna do planeta por meio de atividades vulcânicas. O volume de água criado e o perdido são quase o mesmo. A qualquer momento, esse volume de água pode assumir formas diferentes. Ele poderá ser liquido, como no caso no oceano, rios e nas águas da chuva, no estado sólido, como as geleiras do polo norte e sul; estado gasoso como no vapor de água invisível
As mudanças aquáticas de um estado para o outro, como acontece em todo o planeta são ocasionados por correntes de ar. Essas correntes ocorrem pelo calor do sol. Saiba que ele brilha mais na zona equatorial da terra do que no norte e no sul, ocasionando uma discrepância de calor sobre a superfície terrestre. Nas regiões mais quentes, as correntes quentes se elevam até a atmosfera. Desta forma, puxam o ar mais fresco em um espaço aberto. Nas regiões mais frias, o frio se condensa, puxando o ar quente em um espaço aberto. O movimento de rotação da terra é capaz de romper este ciclo. Assim, a vários ciclos de correntes menores por todo ao redor do globo terrestre. Orientando este ciclo de correntes aéreas, o suprimento de água do planeta se move em seu primeiro ciclo.

Saiba que quando o sol aquece o oceano a água no estado líquida da superfície dos oceanos se evapora. O sol aquece o ar evapora a água e tudo mais. Assim o vapor se eleva, através da atmosfera e é conduzido pelas corrente aéreas. Como esse vapor de água ele aquece de novo, considerando se em pequenas gotículas de água em estado líquido ou cristais de gelo. O agrupamento desta gotícula é chamado nuvem. Caso uma nuvem se mova através de um ambiente mais frio, mais água poderá ser condensada nestas gotículas. Se houver a água suficiente acumulada desta forma, as gotículas se tornaram mais pesadas e serão emitidas no ar através da precipitação (chuva, neve, geada ou granizo). Algumas destas águas se acumulam em grandes reservatórios, mais a maioria deles forma rios e correntes que fluem para os oceanos trazendo de volta a água em seu estado inicial.

Waldiney Melo

Título: A água e a terra

Autor: Waldiney (todos os textos)

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Comentários     ( 6 )    recentes

  • JULIANA

    16-08-2013 às 23:01:43

    o planeta e muito bom! pois temos quer cuidar muito bem dle.

    ¬ Responder
  • gabrie

    07-12-2012 às 22:20:23

    eu gosto moito da minha mae

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãovfggd

    26-10-2012 às 22:53:22

    ggostei do site.mas poderis ter a seguinte pergunta.
    porque o planeta terra é chamado de planeta azul?

    ¬ Responder
  • Daiany Nascimento

    17-09-2012 às 19:49:27

    Realmente, conhecer sobre o ciclo da água e a terra são essenciais para termos consciência da melhor forma de cuidar do planeta.

    ¬ Responder
  • kari Balle

    22-04-2012 às 23:13:13

    Oi! Precisamos da imagem da Terra, e escolhemos a que vc postou em seu blog. Vamos colocá-la em um post do Clube Natureza Gleam. Tá OK?
    Gratos. Abçs.

    ¬ Responder
  • ketly sANTANAketly sANTANA

    28-03-2012 às 14:21:10

    TEMA:ENERGIA RENOVAVEIS

    ¬ Responder

Comentários - A água e a terra

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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