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Início > Textos > Categoria > Electrodomésticos > Bateria de íons de lítio com anodo de grafeno

Bateria de íons de lítio com anodo de grafeno

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Electrodomésticos
Visitas: 8
Comentários: 2
Bateria de íons de lítio com anodo de grafeno

O que você acha de uma bateria de lítio, do mesmo tipo que o seu celular e notebook possuem, porém que possa ser recarregada em um décimo do tempo normal?

Ou quem sabe, uma bateria que fosse capaz de enviar a energia 10 vezes mais rápida para que o sistema funcione, por exemplo: tratando-se de carros elétricos ou híbridos, acelera-los mais rapidamente para sair do semáforo?

Segundo a equipe do Dr. Nikhil Koratkar, pesquisador do IPR (Instituto Politécnico Rensselaer) nos EUA, em um experimento realizado por eles mostrou um caminho para essa incrível façanha. Com um amontoado de óxido de grafeno, os cientistas fizeram uma descoberta que pode agradar diversas empresas e consumidores finais.

“Acabando” com o grafeno
O mecanismo utilizado para realizar o experimento foi o seguinte: disparou-se um laser em uma pilha de folhas de grafeno, com o intuito de detona-las mesmo, o que gerou trincas, poros e diversas outras imperfeições nela.

O resultado disso foi uma pasta com a composição de carbono, que seve perfeitamente para a utilização como o anodo nas baterias compostas por íons de lítio.

Essa pilha de folhas de grafeno tem a espessura de uma folha de papel comum. Os lasers emitidos por máquinas próprias para os experimentos ou até mesmo flash’s de máquinas fotográficas geram calor, fazendo com que os átomos de oxigênio do óxido de grafeno sejam expulsos de maneira brusca.

Além das diversas imperfeições causadas no “papel de grafeno”, as mini-explosões que ocorrem durante o processo fazem a folha literalmente inchar, o que resulta em um aumento de até cinco vezes na espessura.

Anodo de carbono
A fabricação de baterias de lítio já possuem anodos de carbono, porém a preparação que atualmente é feita no material possui um rendimento inferior ao resultado alcançado com o experimento do papel de grafeno: tempo de recarga 10 vezes menor e liberação de carga 10 vezes maior.

Para que uma bateria de íons de lítio seja tecnicamente e comercialmente viável para sua utilização, é necessário que ela aguente pelo menos 1000 ciclos de carga. O protótipo de bateria com anodo de grafeno, criado pelos cientistas, passou nesse quesito com tranquilidade, o que demonstra uma grande eficiência.

Segundo Koratkar, a nova descoberta poderá ajudar o mundo com uma bateria que recarregará e liberará energia muito mais rápida, diferente da atual mais utilizada que é a de íons de lítio.



Lucas Souza

Título: Bateria de íons de lítio com anodo de grafeno

Autor: Lucas Souza (todos os textos)

Visitas: 8

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    28-04-2014 às 04:56:16

    Ótimas dicas, a Rua Direita agradece pela riqueza do texto com boas informações a respeito da bateria de íons de lítio com anodo de grafeno.

    ¬ Responder
  • Daiany Nascimento

    17-09-2012 às 12:40:42

    Gostei do texto. Sou fã dos artigos publicados pelos autores do ruadireta.com devido à variedade de temas que posso encontrar, além de que a maioria deles são muito ricos em conteúdo, como este! Parabéns autor pela sua dedicação, saiba que as dicas que encontrei aqui poderão me ajudar muito a encarar tanto os pequenos quanto os grandes fatos do dia a dia. Espero por novidades, pois sempre estou à procura de novos conhecimentos. Boa escrita!

    ¬ Responder

Comentários - Bateria de íons de lítio com anodo de grafeno

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Habitação – Evolução qualidade/Preço

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Alojamento
Habitação – Evolução qualidade/Preço\"Rua
Hoje vivemos dias muito complicados do ponto de vista económico, uma vez que a nossa sociedade moderna consumista tem acarretado para as famílias a triste ideia de que temos que possuir tudo o que existe para ser possuído.

Relativamente ao assunto especifico da habitação, com o passar dos tempos, as pessoas têm adquirido as suas casas em função do que há no mercado, e este mercado tem evoluído de uma forma perigosa em termos de custos; o que quero dizer com isto, é que há vinte anos atrás, encontrávamos apartamentos no mercado, e tenho por base um apartamento T3 que tinha 3 quartos conforme a tipologia descrita, naquele tempo uma cada de banho, uma sala de estar/jantar conjunta e talvez uma varanda, hoje o mesmo apartamento terá os três quartos, a sala, duas casas de banho das quais uma poderá estar num dos quartos a que passou a chamar-se suite, este apartamento hoje, tem forçosamente que ter pré instalação para aquecimento central, lareira com recuperador de calor, e muito provavelmente aspiração central, ou pelo menos a pré instalação… Assim, quem compra um apartamento hoje, apesar das dimensões de cada divisão estarem diminuídas, o preço foi muito incrementado pelos extras, e depois há ainda que adquirir uma caldeira para fazer funcionar a tal pré-instalação de aquecimento central, os radiadores porque sem eles o dito não funciona, naturalmente o trabalho do técnico… há ainda que adquirir em muitos casos o aspirador propriamente dito para fazer funcionar a aspiração central, e algumas coisas mais, acessórios dos quais, antes não tínhamos necessidade.

Não quero dizer com isto, que estes equipamentos não são úteis, são, mas e aquelas pessoas que compraram os seus apartamentos há uns tempos, cujos espaços não dispunham destas “modernices” como viveram? Como vivem hoje? Provavelmente aqueles que tiveram disponibilidade económica para isso, colocaram nas suas habitações, aquilo que julgaram necessário, não colocaram aquilo que não lhes é útil de todo, por outro lado aqueles que não tiveram disponibilidade económica vivem sem os equipamentos em questão, ou colocam um equipamento à dimensão das suas possibilidades. O real problema é que os referidos equipamentos valorizaram muito mais as habitações em termos de preço de compra do que o valor real dos mesmos, e as pessoas, estão apagar vinte ou trinta anos, para não dizer mais, um bom valor acima do que pagariam sem estas coisas, além disso comprariam aquilo que quisessem e pudessem.

Para além do exposto, a qualidade de construção e acabamentos não melhorou, antes pelo contrário. Hoje o valor das casas está a decair rapidamente, e as pessoas em geral vivem em casas cujos valores atuais de mercado são muito inferiores ao que estarão a pagar durante muito tempo…

Naturalmente o mercado poderá mudar, mas não é esse o caminho que parece seguir.

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Ana Sebastião

Título:Habitação – Evolução qualidade/Preço

Autor:Ana Sebastião(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    21-04-2014 às 17:09:01

    A compra seja de apartamento ou casa estão mais caras e nem sempre oferecem serviços como mostram na divulgação. Não é bom financiar, pois custará o dobro. Realmente, o melhor a fazer é buscar preços que têm condições de pagar ou aderir a um consórcio.

    ¬ Responder
  • Sofia Nunes 13-09-2012 às 17:07:44

    Na minha opinião e de acordo com o que tenho observado, a relação qualidade/preço das habitações está a melhorar. E isso não é necessariamente bom, uma vez que é resultado da crise económica. Como refere, o valor das casas está a descer, pelo que se pode comprar uma vivenda pelo preço que há uns anos era de um apartamento. O problema é que, apesar de as casas estarem mais baratas, os compradores não têm dinheiro.

    ¬ Responder

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