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Oprah Winfrey

Categoria: Biografias
Comentários: 1
Oprah Winfrey

Uma mulher com mais influência que o Presidente

Nascida a 29 de Janeiro de 1954 no Mississippi, De menina pobre, gorducha e rejeitada a mulher mais rica e influente do mundo, é esta a história de Oprah. Uma espécie de diva da sociedade americana, que conquistou o mundo com o seu programa “Oprah Winfrey Show”.

Oprah acredita que este sucesso se deve ao facto conseguir comunicar com as pessoas, como se estivesse a falar com amigos e por se identificar com algumas situações, assumindo isso. Cada vez mais influente, a sua rubrica Oprah Book Club, tem transformado vários livros em best-sellers.

Filha de um casal adolescente não casado. Quando nasceu, o pai estava nas Forças Armadas e a mãe abandonou-a. Passou os seis primeiros anos de vida aos cuidados da avó materna. Com 3 anos já sabia ler e tinha uma grande habilidade para recitar versos da Bíblia. Na escola era rejeitada pelos colegas, por ser obesa e por ter uma inteligência acima da média.

Com 6 anos a mãe voltou para ficar com ela. Aos 9 anos foi passar férias a casa de uma tia e acabou sendo molestada por um primo. A partir dai entrou numa vida boémia, até que aos 14 anos engravidou. Uma semana depois de dar à luz, o bebé faleceu. Revoltada, roubava em casa e foi mandada para um centro de correcção, do qual foi expulsa. Passou a viver com o pai, sob uma educação rígida.

Aos 17 anos foi visitar uma rádio local, onde a convidaram a ler qualquer coisa. Acabou por ser contratada para ler as notícias em directo. Dois anos depois, quando estava na Universidade do Tennessee, foi a primeira mulher negra a ser contratada para pivot de notícias da TV de Nashville.

Mal se formou tornou-se pivot em Baltimore e acabaram por lhe dar um talk show para apresentar de manhã cedo. Em 1984 apresentou A.M. Chicago que se veio a tornar no Oprah Winfrey Show.

Este formato foi vendido em 1986, tinha ela 32 anos, a várias estações independentes e rapidamente se tornou o talk show de maior audiência. Há mais de duas décadas no ar, o programa é visto em cerca de 132 países por mais de 115 milhões de pessoas a nível mundial.

Lema de Vida

Uma das máximas da sua vida é: “ Aquilo em que pensamos é aquilo em que vimos a ser. Porque se queremos que a nossa vida seja compensadora, temos de mudar a nossa maneira de ser… Toda a gente tem capacidade para reinventar e redefinir a sua vida…”.

... como uma pessoa pode ter mais poder sobre a forma como uma nação pensa, que o próprio presidente desse mesmo pais!?


Bruno Jorge

Título: Oprah Winfrey

Autor: Bruno Jorge (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    09-09-2012 às 21:51:06

    O talk-show de Oprah Winfrey marcou várias gerações, incluindo a minha. Lembro-me perfeitamente dos seus programas na altura do Natal: prémios incríveis param os seus espectadores. Ela e Ellen Degeneres são duas especialistas em conquistar o público pela sua personalidade e qualidade de programa. Engraçado ter abordado esta figura, pois normalmente opta-se por figuras com destaque no passado. Conseguiu captar a minha atenção e gostei do seu texto, simples, mas directo.

    ¬ Responder

Comentários - Oprah Winfrey

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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