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Barcos insufláveis

Categoria: Barcos
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Comentários: 1
Barcos insufláveis

Nos tempos que correm, em que as áreas de arrumação são cada vez mais exíguas, e portanto tudo tem de ser encastrável, dobrável e alinhável na mais pequena extensão de chão ou espaço aéreo que se consiga arranjar, nem que seja em prateleiras de onde se precipitam objectos que já nem nos lembrávamos que tínhamos, os barcos insufláveis constituem, digamos assim, uma opção de desporto náutico de “trazer debaixo do braço” (embora dependa, naturalmente, do tamanho do braço… e do barco).

Com efeito, trata-se de embarcações pequenas e leves, que podem representar o auxílio de outras maiores ou, de acordo com as suas características, proporcionar pequenas excursões, pescarias ou simples cruzeiros de lazer.

Atenção que os barcos insufláveis, à semelhança de bóias e outros artigos flutuantes, não evitam os afogamentos, pelo que devem ser tidos todos os cuidados a este nível.

Os barcos insufláveis são óptimos para quem pretenda aproximar-se de praias mais isoladas ou passear ao longo da costa marítima, de rios e lagoas sossegados.

Seja qual for o destino e o percurso, a vigilância é a palavra de ordem.

Estar atentos pode acelerar os reflexos e travar sérios dissabores, impedindo um fim semelhante ao das duas dúvidas que, não obstante nadarem, nadarem, nadarem, acabaram por se afogar por… não haver margem para dúvidas! Num âmbito distinto, a vigilância pode ser igualmente útil, no sentido de refrear a ousadia de alguns marinheiros, relativamente às incursões que levam a cabo por outras costas…


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Título: Barcos insufláveis

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    17-06-2014 às 06:45:14

    Não sabia que existiam esses barcos insufláveis e já gostei. Para tudo, as pessoas conseguem inventar verdadeiras obras de arte e que são úteis!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Barcos insufláveis

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

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