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Você Sabia Que O Tomate E A Batata Eram Considerados Alimentos Venenosos?

Categoria: Alimentação
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Você Sabia Que O Tomate E A Batata Eram Considerados Alimentos Venenosos?

A batata e o tomate são hoje, como todo mundo sabe, dois alimentos de imensa importância econômica em todo o mundo. Houve época, no entanto, em que eram considerados alimentos venenosos.

Tanto a batata, que chamamos também de batatinha inglesa, quanto o tomate, tiveram origem, ao que tudo indica, na América do Sul. Quando os espanhóis chegaram aos a Andes, no começo do século XVI, conheceram a batata, que era cultivada pelos incas. É provável que essa planta tenha sido levada à Espanha por volta de 1570. No inicio, no entanto, não era consumida como alimento, pois se acreditava que causasse lepra e vário tipos de febre.

Mais tarde, porém, um cientista francês escreveu diversos livros demonstrando a inverdade dessas afirmações, e não tardou para que a batata se tornasse um alimento fundamental no cardápio dos povos. Ao final do século XVII, exemplo, a batata era a cultura de maior importância na Europa, particularmente na Inglaterra e na Alemanha.

O tomate, riquíssimo em vitamina A e C, também é natural da América do Sul e era igualmente cultivado nas regiões andinas pelos índios nativos. Essa planta foi levada à Europa. Não se sabe ao certo por que durante muito tempo se acreditou que o tomate fosse venenoso. Achava-se, por exemplo, que quem comesse um tomate morreria em menos de 24 horas! Com isso, inicialmente o tomate era cultivado só para fins ornamentais.

Nos Estados Unidos, essa crença durou até o ano de 1820, quando um indivíduo comeu um cesto cheio de tomates na escadaria de um tribunal, perante centenas de pessoas, e sequer adoeceu (a história não revela se ele teve indigestão, embora, diante da quantidade ingerida, fosse muito possível ).

Na verdade, tanto o tomate quanto a batata pertencem a uma família de plantas chamadas solanáceas, da qual também fazem parte a berinjela e a planta do tabaco. Dentre as solanáceas existem de fato algumas espécies venenosas, produtoras de substâncias tóxicas chamadas alcalóides. No Brasil existe uma plantinha, chamada juá-bravo, que produz frutinhos semelhantes ao tomate, e traz problemas sérios quando consumida como alimento. Uma pessoa intoxicada por essa planta tem náuseas, vômitos, diarreia e descoordenação motora, manifestando também confusão mental; no entanto, raramente morre.

As próprias batatas, quando a casca apresenta coloração esverdeada e são ingeridas cruas, são muito tóxicas. Isso ocorre, por exemplo, quando elas ainda não estão maduras para serem colhidas. O fato é que existe na casca da batata uma substância tóxica chamada solanina, presente em quantidade maior nas batatas não-maduras. Essa substância, no entanto, é sensível ao calor e acaba sendo destruída pelo cozimento, após o que o consumo da batata não oferece risco algum.

É provável que as antigas crenças de que a batata e o tomate fossem venenosos estejam relacionadas a acidentes ocorridos pela ingestão de plantas da família das solanáceas. De qualquer forma, a batata e o tomate são hoje alimentos indispensáveis em quase todo mundo.


Márcio Batista da Silva

Título: Você Sabia Que O Tomate E A Batata Eram Considerados Alimentos Venenosos?

Autor: Márcio Batista Silva (todos os textos)

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Um caminho para curar o transtorno alimentar

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Tema: Saúde
Um caminho para curar o transtorno alimentar\"Rua
De acordo com um relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Comitê Permanente sobre o Status da Mulher, entre 600 mil a um milhão de canadenses cumprem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar em um dado momento. Problemas de saúde mental com ramificações físicas graves, anorexia e bulimia são difíceis de tratar.

Os programas públicos de internação frequentemente não admitem pacientes até que estejam em condição de risco de vida, e muitos respondem mal à abordagem em grupo. As clínicas privadas costumam ter listas de espera épicas e custos altos: um quarto custa de US$ 305 a US$ 360 por dia.


Corinne lutou juntamente com seus pais contra a bulimia e anorexia por mais de cinco anos. Duffy e Terry, pais de Corinne, encontraram uma clínica na Virgínia. Hoje, aos 24 anos, ela é saudável e está cursando mestrado em Colorado. Ela e seus pais acreditam que a abordagem holística, o foco individualizado e a estrutura imersiva de seu tratamento foram fundamentais para sua recuperação.

Eles sabem que tinham acesso a recursos exclusivos. "Tivemos sorte", diz Duffy. "Podíamos pagar por tudo." Mas muitos não podem.
A luta desta família levou-os a refletir sobre o problema nos Estados Unidos. Em 2013, eles fundaram a Water Stone Clinic, um centro privado de transtornos alimentares em Toronto. Eles fazem yoga, terapia de arte e participam na preparação de refeições, construindo habilidades na vida real com uma equipe de apoio empática. Os programas funcionam nos dias da semana das 8h às 14h, e até agora, não tem lista de espera. Porém essa abordagem é onerosa: aproximadamente US$ 650 por dia.

A família criou a Fundação Water Stone - uma instituição de caridade que fornece ajuda a pacientes que não podem pagar o tratamento. Os candidatos são avaliados por dois comitês que tomam uma decisão baseada na necessidade clínica e financeira. David Choo Chong foi o primeiro a se beneficiar da fundação. Ele havia tentado muitos programas, mas nenhum foi bem sucedido. A fundação pagou metade do tratamento. Dois anos depois, Choo Chong, feliz e estável diz "Water Stone me ajudou a encontrar quem eu sou".

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Roberta Darc

Título:Um caminho para curar o transtorno alimentar

Autor:Roberta Darc(todos os textos)

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